Janeiro 25, 2010
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Não há nada como uma app (grátis, pois claro que o barato anda caro) para resolver os problemas de aparente infertilidade de um casal.
Mais detalhes aqui (pontos extra para AS PARTES EM BOLD E ALL CAPS). O mais ridículo da coisa é que o raio da app mais não é que um calendário menstrual. Algo que a procriadora poderia ter feito ela própria numa agenda ou, pasme-se, num google calendar.
Podia, mas não era a mesma coisa.
“It began to weigh heavily on us. We were considering IVF and adoption when Dudley gave me the iPhone for my 30th. I typed in ‘get pregnant’ and downloaded five apps.”
Até admira não ter ficado logo prenhe assim que fez o download das apps. Já agora, porque não chamaram à miúda iLola se tudo se deve aos poderes milagreiros do iPhone?
É por estas e por outras que vivo num chav country.
Janeiro 25, 2010
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Segundo o TechCrunch, Steve Jobs anda a dizer às pessoas próximas que o que quer que apresente depois de amanhã é a coisa mais importante da sua vida.
A única vez que em recordo de ver “rumores” semelhantes antes de um lançamento da Apple foi em 2007 aquando da apresentação do iPhone. The first 30 years were just the beginning, lembram-se?
Janeiro 18, 2010
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Dia 27 estamos todos convidados a conhecer a nova criação da Apple:

Sem grande tagline ficam os borrões de cor e o símbolo da Apple para darmos largas à nossa capacidade de leitura de entranhas de galinha para adivinhar o seu sentido.
A ver vamos se é desta que há iTablete, iArdósia, iAzulejo, iQuadro ou similar. Como dizia há uns dias o Gruber, rumores sobre a tablete nunca morreram ao longo dos anos, mas tanto rumor concentrado vindo de ângulos diferentes é que é novidade.
Novembro 25, 2009
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Na Apple Store britânica a promoção ainda sem detalhes pode ser encontrada aqui. A fazer fé no desenho até os novíssimos iMac e Mac mini estão incluídos nos saldos de Sexta-Feira.
Novembro 20, 2009
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Se há tarefa que me irrita solenemente no dia a dia do meu doutoramento é ter de inserir manualmente no meu programa de gestão bibliográfica (Sente) todos os campos relevantes dos diversos livros e artigos que vou lendo.
Quanto aos livros, de há algum tempo para cá que é possível através do ISBN levar o Sente a fazer uma busca em alguns repositórios como a Library of Congress ou o Google Scholar e através destes introduzir a informação necessária automaticamente. Não sendo perfeito, vai dando para os gastos quando falamos de livros recentes.
Quanto a PDFs de revista na área do direito, tough luck. As editoras não usam nem Digital Object Identifier (DOI) nem qualquer outro tipo de metadata que facilite a tarefa. Num caso em concreto, foi-me dito directamente que essa editora não tem planos para vir utilizar DOI ou algo semelhante no futuro. Sim, porque o que se está bem é no passado, de preferência com mangas de alpaca para não sujar a camisa.
Não posso dizer que esteja espantado, embora sim profundamente irritado. Afinal de contas as editoras na área do direito levaram eternidades até aceitarem a publicação online em repositórios (pagos e bem pagos) dos artigos das revistas. Repositórios esses que são lentos, confusos, complicados e num caso pelo menos gostam de publicar artigos com paginação diferente da revista em formato papel.
Tudo facilidades para quem quer citar artigos de revistas. Ainda não contei, mas desde abrir o browser até conseguir fazer o download do PDF são seguramente mais 10 clicks e campos para preencher.
Com tanta dificuldade, de facto às vezes prefiro ir à biblioteca, fotocopiar a revista e lê-la à antiga.
Quanto a factores de impacto, número de citações do autor e inovações perigosas do género, isso não interessa nada para as editoras de direito.
PS: A(s) editora(s) de que falo são internacionais.